Mercado Imobiliário segue forte expansão até 2015

O mercado imobiliário brasileiro começa a ganhar destaque internacional. Os investidores estão focados no Brasil e avaliam as possibilidades graças ao bom desempenho observado desde 2007. Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon Incorporadora e Construtora, explica que a queda nas taxas de juros e consequente redução da rentabilidade das aplicações financeiras, certamente farão aumentar a busca por imóveis residenciais e comerciais como alternativa para obtenção de maior rentabilidade. “Além da atratividade da renda, acredito em uma forte apreciação dos ativos imobiliários uma vez que o mercado continuará em expansão ao longo dos próximos três anos”.

Frankel destaca que o mercado imobiliário, através dos fundos de investimentos que se popularizaram nos últimos anos, está se consolidando como a melhor alternativa na hora de investir, já que conta com a liquidez da bolsa, uma administração profissional, além de vantagens tributárias, apesar da “cultura do brasileiro continuar vinculada à escritura do imóvel” – destaca.

Fazendo uma alusão aos imóveis, Frankel destaca que muitos investidores preferem o controle e a clareza ao adquirir diretamente ações e títulos públicos, às complexidades regulatórias, taxas, excesso de estruturas e sistema rígidos dos investimento em fundos. Para aqueles que optarem pelo imóvel o empresário recomenda “as unidades compactas em locais prime que agreguem mobilidade urbana, tecnologia, praticidade e consequentemente liquidez, além da excelente rentabilidade”.

Fonte: inteligemcia.com.br

5 dúvidas sobre financiamento imobiliário

Especialista esclarece as maiores questões para que você possa dar entrada no financiamento sem problemas.

Uma das formas mais comuns de se adquirir a tão sonhada casa própria é através do financiamento. O mercado oferece algumas formas para obter esse empréstimo, seja direto com a construtora ou no banco. Se você está prestes a bater o martelo, fique atento às dicas do assessor jurídico da AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), João Bosco Brito. Ele explica regras, prazos e documentação necessária para você não ter problemas no negócio.

1 – Quais são as exigências para conseguir um financiamento imobiliário?

João Bosco Brito – Se você vai comprar um imóvel na planta ou em construção, direto com a construtora, precisará apresentar apenas documentos de identidade e CPF. Não há exigência de “ficha limpa”. Já no financiamento bancário, além da “ficha limpa”, é exigido comprovação de rendimento adequado ao valor do crédito (valor da prestação não pode ultrapassar 30% do valor da renda líquida). Também é necessário apresentar certidão de nascimento ou casamento, certidões de protestos, distribuidor judicial, imposto de renda e comprovante de residência.

2 – Quanto tempo demora para sair o crédito?

Brito – Direto com a construtora, imediatamente. Em financeiras, 30 dias para aprovar o crédito e até 180 dias para liberar o dinheiro.

3 – Em quantas vezes pode-se financiar um imóvel?

Brito – Em planos governamentais, como no Minha Casa, Minha Vida, o imóvel pode ser financiado em até 360 meses. Outros negócios, pelo Sistema Financeiro da Habitação, até 240 meses. Em planos privados, como o Sistema Financeiro Imobiliário, o critério é da construtora. Em geral, até 120 meses.

4 – Qual o problema principal que inviabiliza um financiamento?

Brito – No financiamento direto com a construtora, quando é emitido o contrato, as cláusulas chamadas “abusivas” deixam o comprador desmotivado para o negócio, pois favorecem a construtora com cobrança de taxas, comissão do corretor por fora, juros indevidos, correções ilegais, incorporação não registrada etc. Nos planos oficiais e financiamentos bancários, a falta de cadastro limpo ou de renda mínima necessária são os maiores empecilhos.

5 – A Caixa é mesmo a melhor opção para financiamento? Por quê?

Brito – É a melhor opção para as pessoas da classe média baixa ou de baixa renda, que podem comprar pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Porém, famílias da classe média com renda maior e estabilidade de emprego, financiar direto com a construtora é a melhor opção. Já para quem não tem muita pressa no imóvel, a melhor opção é o consórcio.

Fonte: Imovelweb (via Redimob)

Sete dicas para comprar a casa própria sem problemas

Veja dicas para adquirir o imóvel dos sonhos sem problemas:

1. Não decida sozinho. A compra do imóvel é uma decisão familiar. Reúna a família e peça a opinião de todos sobre o valor do imóvel, a localização e as condições de pagamento.

2. Antes da compra, vale muito a pena poupar dinheiro para pagar parte do valor do bem à vista. Faça uma simulação nos sites dos bancos para descobrir quanto custaria a prestação deste imóvel. O ideal é visitar vários sites para comparar as opções de juros e o valor da parcela. Daí comece a guardar um dinheiro na poupança.

3. Analise o valor do aluguel que está pagando e se for o mesmo valor da prestação de um financiamento, poderá ser uma opção financiar o imóvel.

4. A prestação do imóvel deve ser prioridade no orçamento da família. Deve-se separar o dinheiro para quitar a dívida mensal antes de pagar as outras despesas.

5. Compre um imóvel que se encaixe no seu orçamento ou padrão de vida.

6. Tenha sempre uma reserva estratégica, em caso de qualquer problema não previsto, você não deixará de honrar o pagamento da prestação do imóvel.

7. Caso não esteja conseguindo pagar a prestação da casa própria, reveja os gastos da família. Preste atenção especial às pequenas despesas que somadas podem levar uma família ao desequilíbrio financeiro.

Fonte: Viviane Barros Lima – Jornal do Commercio  (via Redimob)

10 dicas para evitar problemas com o financiamento

O sonho da casa própria leva milhões de pessoas todos os anos a buscar financiamento, mas a realização deste sonho pode trazer muitas dores de cabeça. Cobranças de taxas inadequadas, taxa de abertura de crédito perdida se o crédito não for aprovado, vendas casadas e outros inúmeros problemas levam a muitas reclamações durante o ano todo. Para evitá-los, o melhor a fazer é estar bem informado. Então confira as dicas e financie o seu imóvel sem problemas:

1- Escolha a modalidade de financiamento mais adequada para o seu perfil: financiamento bancário, consórcio, financiamento direto com a construtora;

2- Simule e analise o valor das primeiras às últimas prestações do financiamento em diversas instituições;

3- Faça as contas: analise qual é a sua reserva financeira, proveniente de FGTS ou outros investimentos, que possam servir para dar como entrada no imóvel; coloque em uma planilha todas as suas despesas principais e veja com o quanto você pode se comprometer para pagar as parcelas;

4- Esteja ciente das exigências para obter crédito junto ao banco: a pessoa não pode apresentar restrições cadastrais em seu nome, e o valor da prestação mensal não pode ultrapassar 30% sobre o valor do salário líquido disponível, ou seja, após descontadas outras despesas fixas e/ou empréstimos. O ideal é aprovar o crédito antes de assinar o contrato de compra do imóvel;

5- Analise com um consultor de confiança os termos que desconhece no contrato;

6- Esteja atento à documentação necessária, tanto do imóvel, quanto do comprador e do vendedor;

7- Programe-se financeiramente para pagar as taxas extras: as despesas com cartório para escritura e registro, giram em torno de 2% a 3% do valor do imóvel. Além disso, há o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que gira em torno de 2% sob o valor total, dependendo do município;

8- Esteja ciente e seguro de que tem condições financeiras para assumir as prestações no prazo determinado. A inadimplência pode levar à perda do bem e de todo o valor investido nele;

9- Lembre-se: quanto maior é o prazo para quitar o financiamento, maior será a incidência de juros e o valor final pago pelo imóvel, portanto, utilize o FGTS ou outras reservas financeiras para abater a dívida ao longo dos anos;

10- Prepare-se para imprevistos: pense na estabilidade do emprego e verifique se, em caso da perda da ocupação, terá auxílio desemprego ou outra fonte de renda para quitar as parcelas.

Fonte: Redimob

As tomadas de sua casa tem saída USB ? Em breve deverão ter

As novas tecnologias e aparelhos digitais estão cada vez mais presentes e comuns em nosso dia-a-dia e isso deverá causar pequenas mudanças em nossas casas para se adaptar e facilitar o uso desses dispositivos.

Os fabricantes de telefones celulares já estão se mobilizando e tentando criar um padrão universal e único de plugs e conectores para se reduzir tanto os gastos quanto os impactos econômicos e ecológicos de fios, tomadas, carregadores, adaptadores e outros acessórios que conectam esses aparelhos à rede elétrica de nossas casas.

Hoje, o padrão de conexão para carregar celulares, iPhones, iPad, tablets, câmeras digitais e vários aparelhos é o padrão USB (Universal serial bus) e vários hotéis, aviões, navios, trens nos Estados Unidos, Ásia e na Europa já oferecem essa facilidade.

E, para atender a demanda doméstica desse mercadp, a RCA (famoso fabricante de equipamentos de aúdio e vídeo) lançou um adaptador de tomada que já vem com duas saídas USB. Aí, é só conectar o cabo original de seu aparelho e carregá-lo. O adaptador Slick USB Socket custa US$19,00 (aproximadamente R$36,00).

Fonte: Redimob (via Tecnisa Ideias)

Imóveis novos são mais compactos do que usados

Quando a ideia de comprar um imóvel surge na cabeça, as dúvidas aparecem aos montes. Novo ou usado? Casa ou apartamento? As respostas podem ser fáceis de serem encontradas, mas cada argumento deve ser colocado na balança na hora de decidir qual a melhor opção. “O perfil do comprador é que vai determinar se o imóvel novo ou usado é mais vantajoso e se é melhor morar em uma casa ou apartamento”, explica o advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios de uma administradora de bens.

Freitas elenca as principais vantagens de cada tipo de imóvel. Os novos são entregues com acabamentos na cozinha, banheiro e lavanderia e o restante – que precisa de pintura – fica por conta do comprador. Isto é um ponto positivo para as pessoas mais detalhistas e que gostam de personalizar os ambientes. “Atualmente muitas construtoras também oferecem a possibilidade de fazer alterações ainda na planta, deixando o projeto com a cara do futuro morador. Outro aspecto favorável é que as tomadas e outros equipamentos elétricos e hidráulicos já vêm no padrão das novas normas de segurança”, observa.

Com relação aos condomínios, os apartamentos novos possuem uma área privativa menor, ou seja, os cômodos e a metragem interna foram reduzidos, mas a área de lazer aumentou e muito. As opções para se divertir sem sair de casa vão desde brinquedoteca até sauna, espaço gourmet, bosques e academia. “É bom lembrar que tudo custa dinheiro. Os equipamentos estarão sempre a disposição para serem utilizados e o seu valor e a sua manutenção serão inclusos na taxa condominial. Além disso, nas edificações novas as instalações são mais modernas”, aponta.

Apesar dos vários pontos positivos, os imóveis novos perdem em alguns quesitos para os antigos. Quem quiser adquirir uma casa ou apartamento usado poderá negociar o valor e as formas de pagamento. “Descontos e a possibilidade de troca por outros bens são comuns neste tipo de negócio. Sem contar que o imóvel usado é mias barato do que um novo. Quando houver a necessidade de realizar reformar é recomendado colocar tudo na ponta do lápis e analisar se os custos das melhorias, somados ao valor do imóvel, não superam o preço de um novo”, aconselha.

Os usados ganham de longe dos novos quando o assunto é espaço. Mais amplos, os cômodos dos imóveis mais velhos são mais confortáveis e não deixam nenhum móvel de fora. Os banheiros – muito valorizados pelos brasileiros – são espaçosos e se dão o luxo de ter banheira ou um grande box. “Outro ponto a favor é a vizinhança, que já está consolidada. O comércio e a infra-estrutura de regiões mais antigas são bem melhores do que os novos zoneamentos, onde há muitas edificações em construção e a vida está começando”, considera.

O financiamento é quase igual em ambos os casos – com exceção da compra de imóveis na planta, já que as primeiras prestações são pagas diretamente para a construtora, que utiliza índices de reajuste abaixo da inflação, por isso o valor é mais em conta. “Depois que o financiamento passa a ser pelo banco as condições praticamente se igualam, mas dependendo da instituição financeira os juros para imóveis usados pode ser mais alto. A documentação e as taxas a serem pagas são praticamente as mesmas para os dois tipos de bens”, destaca Freitas.

O especialista afirma que não há como determinar qual o imóvel mais preferido pelos compradores – se os novos ou usados. Com seus fatores positivos e negativos, cada um atrai diferentes públicos que buscam adequar suas necessidades ao bolso. “O brasileiro irá comprar no máximo dois imóveis durante toda a sua vida, de acordo com várias estimativas. Por isso esta decisão deve ser levada a sério, com muita reflexão e análise de todos os aspectos envolvidos”, acrescenta Freitas.

Fonte: Redimob (via www.pautas.incorporativa.com.br)

FGTS é opção para compra de imóveis

A solicitação da carta de crédito por meio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitação de financiamento de imóvel tem se tornado uma ponte de aceso para aquisição da casa própria. Em todo o País aproximadamente 150 milhões usaram o FGTS para comprarem imóveis, em 2011.

Além de auxiliar no financiamento de imóveis, o FGTS está disponível para o trabalhador em caso de demissão sem justa causa ou aposentadoria. Além de casos de doenças graves como aids, câncer e doenças renais. O benefício é gerado a partir do depósito mensal de 8% do salário do trabalhador pela empresa.

Para o trabalhador ter direito a usar o FGTS para financiar a casa própria, ele não deve ter um imóvel no próprio nome no município no qual ele fará a solicitação. O site da Caixa Econômica Federal (CEF), http://www.caixa.gov.br, possui simulados de habitação que calculam as taxas de juros, valor de empréstimo do FGTS e quantidade de parcelas a serem financiadas.  A legislação não permite que o valor da parcela seja superior a 30% do total da renda do titular da compra. Eessa opção de aquisição de imóveis tem juros inferiores aos cobrados pela poupança.

O gerente regional da Caixa, Carlos Aparecido Fernandes, explica que com as novas vantagens desse tipo de financiamento até mesmo uma pessoa que recebe um salário mínimo mensal pode adquirir o benefício para utilização de financiamento, tendo a vantagem do valor subsidiário ou complemento disponibilizado pelo governo no valor de R$ 17 mil, mesmo não tendo saldo na conta do FGTS. “Com qualquer renda é possível fazer um financiamento”, afirma Carlos.

Em casos de negligência em que a empresa não depositar o valor do FGTS ou fornecer dados de forma incorreta à Caixa e não se prontificar em corrigi-los, o trabalhador deve procurar a Justiça do Trabalho, onde será realizada ação judicial. Atenção, quanto a irregularidade no depósito do FGTS. O chefe da Ação de Tomada da Reclamação do Fórum Trabalhista, Anilton Rodrigues, explica que quando a empresa efetua o depósito incompleto do FGTS , o Seguro Desemprego será indeferido.

Fonte: Redimob  (Via Diário da Amazônia)

 

Mercado aquecido expande crédito imobiliário

Especialistas preveem que o mercado imobiliário brasileiro continuará aquecido neste ano. Reflexo disso é o montante de crédito imobiliário, que deve bater recorde em 2012. Projeção feita pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo revela que o financiamento destinado à compra de imóveis deve alcançar R$ 152,1 bilhões neste ano. Em 2011, foram concedidos R$ 79,9 bilhões em financiamentos com os recursos da poupança.

Quem pretende aproveitar a fartura de crédito para obter financiamento deve observar alguns detalhes antes de acertar com o banco. O primeiro passo é verificar as opções de financiamento, como SFH (Sistema Financeiro da Habitação), SFI (Sistema Financeiro Imobiliário) e carteira hipotecária. A comparação deve ser feita levando em conta juros, prazos, limites de valores e se há cobrança de taxas, que podem encarecer o financiamento.

É recomendável que o cliente observe, também, o índice de atualização do contrato e em quais períodos haverá correção. Alguns bancos utilizam contratos com prestações pré-fixadas, que normalmente são mais elevadas. Outras instituições financeiras cobram juros reduzidos somente durante alguns meses.

A orientação é que o consumidor pesquise sobre o financiamento antes de procurar a construtora. “O consumidor precisa saber qual é o perfil em que ele se encaixa antes de assinar o contrato”, ensina a especialista em Defesa do Consumidor do Procon, Renata Reis.

Esta é a mesma dica do gerente regional de Construção Civil da Caixa Econômica, Rafael Arcanjo. “Ele não deve fechar com a construtora sem ter condições de assumir a dívida”, afirma.

Documentista pode ajudar nos trâmites

Os documentos necessários para se obter financiamento imobiliário podem variar de acordo com o tipo de financiamento. Para auxiliar na entrega de documentos, o consumidor pode contratar um documentista, profissional responsável por providenciar e organizar todos os documentos necessários, fazendo uma ponte entre construtoras e bancos com o cliente.

“Nossa empresa busca o financiamento, conversa com o agente financeiro e monta o processo”, afirma Thais Bueno de Oliveira, sócia de empresa especializada em documentação imobiliária em Santo André.

O Procon, no entanto, recomenda cuidado na hora de contratar profissionais. “Às vezes pode ser útil para o consumidor, mas também pode ser desnecessário”, alerta Renata. “Caso o consumidor decida contratar o documentista, ele deve solicitar um contrato de prestação de serviço”, completa.

Tiago Oliveira – Repórter Díário Online
Fonte: Redimob

Em 2012, crédito imobiliário para pessoas físicas deverá crescer de 30% a 40%

São Paulo – Em 2012, o crédito imobiliário para pessoas físicas deverá crescer de 30% a 40%, comparando com o ano de 2011. Essa foi a avaliação do presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário), Luiz Antonio França.

França explica que a renda da população, a estabilidade econômica do País e alienação fiduciária são os fatores que vão permitir que o crédito imobiliário se expanda no próximo ano. Ele ainda ressalta que os baixos índices de desemprego também vão contribuir para o crescimento. Em 2011, o crédito imobiliário deverá apresentar alta de 37% frente a 2010.

Alienação fiduciária
O presidente falou durante a mesa-redonda com o tema “Perspectivas para o Brasil em 2012 e Tendências do Setor Imobiliário”, realizada nesta quarta-feira (7) pela Fiabc/Brasil (edição brasileira da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias), em parceria com a Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

De acordo com França, a alienação fiduciária ajuda a reduzir a inadimplência, o que consequentemente impulsiona a oferta de crédito no País. França ainda explicou que o crédito imobiliário representa muito pouco dos ativos das instituições financeiras, cerca de 5%.

Além disso, essa modalidade de crédito já ultrapassou o crédito de veículos, o que, segundo Franla,”é uma notícia excelente, mas no ativo dos bancos ainda é um número pequeno. Inclusive, no PIB (Produto Interno Bruto), o crédito imobiliário ainda é muito pequeno, da ordem de 4%, o que mostra que ainda há bastante espaço para crescer.

Fonte: Infomoney (via UOL)

Como decorar um quarto pequeno?

Hoje em dia os lançamentos imobiliários já disponibilizam quartos de diferentes tamanhos e voltados aos diferentes públicos em potencial. Fato é que os imóveis pequenos são a sensação de 2011, reflexo direto do aumento do poder aquisitivo da classe jovem trabalhadora e dos solteiros que estão adquirindo imóveis.

Na hora de decorar imóveis compactos, sempre existe aquela dificuldade, principalmente no quarto – local onde o aconchego deve ser primordial para os seus momentos de descanso. Confira então algumas dicas que separamos para que você possa aproveitar ainda mais o seu espaço, sem deixar de lado o conforto e a facilidade para o seu dia a dia:

  • Otimize as paredes do seu quarto, utilizando de peças e armários suspensos que podem servir de apoio para livros, chaves, abajour, e outros itens de fácil acesso;
  • Para facilitar a circulação, não exagere nos móveis que você utilizará no quarto. Armários embutidos já otimizam muito o espaço, além de oferecer mais opções para outros itens decorativos;
  • Se você tiver TV no quarto, coloque ela na parede, evitando assim a necessidade de utilizar um outro móvel somente para este aparelho;
  • Espelhos podem ajudar a dar a sensação de infinitude no quarto – dando a sensação do espaço ser maior do que ele realmente é. Uma dica é colocar espelhos nas portas do armário.
  • Use e abuse de cores claras e que não cansam a sua vista. Cores claras dão ar de organização e limpeza ao mesmo tempo.

Fonte: VivaReal